Presidente acendeu a tocha olímpica em cerimônia no Planalto nesta terça.
Alvo de processo de afastamento, ela pediu para Brasil não perder 'tolerância'.
Sem citar diretamente o processo de afastamento que enfrenta no parlamento, Dilma citou em seu discurso o momento “muito difícil” que o país enfrenta em razão da crise política e econômica e pediu que a sociedade se “esforce” para o Brasil não perder o “espírito de tolerância” e o respeito às opiniões divergentes.
“Somos um país cujo povo sabe lutar pelos direitos e proteger a democracia. [O Brasil] é um país onde as Olimpíadas terão o maior sucesso nos próximos meses. [...] O que vale é a luta, e nós sabemos lutar”, acrescentou a petista.
Dilma fez ainda um pedido para que a chama olímpica “guie” todos os atletas e visitantes que vieram ao Brasil participar dos jogos olímpicos. “Vamos todos nós, juntos, ter orgulho de que estamos oferecendo a melhor Olimpíada do mundo”, enfatizou.
Dilma dedicou grande parte de seu discurso para elogiar a preparação da Olimpíada nos últimos anos. Ela destacou ainda que “praticamente” todas as estruturas esportivas previstas para o evento esportivo já estão prontas.
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