O problema é que até mesmo as pessoas com menor grau de instrução já perceberam a farsa, e Lula já sabe disso. Não seria o caso de afirmar que o amor venceu o ódio, mas sim, concluir que a verdade prevaleceu.
Lula e todos os integrantes do PT juravam combater os lucros abusivos dos bancos e promover a distribuição de riquezas entre a sociedade, mas quando chegaram ao poder, fizeram o contrário: sacrificaram a classe média, os pequenos empresários e empreendedores com juros altos e dificuldade no acesso ao crédito, enquanto destinaram uma pequena esmola entre os miseráveis, para garantir votos.
Em recente encontro com os militontos da 'ala jovem do PT', Lula pediu ajuda aos ignorantes do PT para tirar Dilma Rousseff da “encalacrada” em que, segundo ele, a oposição colocou o partido.
Após se tornar sinônimo de corrupção com a revelação dos milhões que recebeu do dinheiro roubado da Petrobras, Lula reconheceu que o partido não chegará forte às eleições presidenciais de 2018 se não conseguir um bom resultado nas eleições municipais do ano que vem.
“Não tem 2018 se a gente não tiver 2016. Precisamos construir 2016”, afirmou o ex-presidente quase em tom de desespero. Ciente de que as chances do partido são insignificantes no próximo ano. Lula sugeriu volume maior de mais candidaturas e a formação desenfreada de alianças para conseguir algum resultado junto aos eleitores menos atentos.
Agora que é réu por obstrução de justiça e por corrupção com o triplex e Sítio de Atibaia na Lava Jato, Lula pode nem mesmo chegar em condições judiciais de disputar qualquer cargo em 2018. Para alegria do Brasil, a estrela vermelha se apaga definitivamente.
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