Enquanto o MST promovia invasões pelo País provocando danos ao patrimônio público, o governo bancava estadias do líder do movimento com dinheiro do contribuinte
Ao longo do ano passado, o MST intensificou sua agenda de protestos por todo o País. O principal alvo de críticas foi a política de ajuste fiscal do então ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Em Brasília, foram ao menos cinco manifestações. Os integrantes do movimento invadiram prédios públicos como as sedes da pasta ainda comandada por Levy, do Ministério da Agricultura e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em alguns casos, houve danos ao patrimônio público. Mesmo assim, de forma inacreditável, o governo federal bancou este ano diárias para que o principal líder do movimento, João Pedro Stédile, participasse de cursos, palestras e ministrasse aulas inaugurais em instituições de ensino federais sobre temas ligadas à terra.
SEM TERRA, COM DIÁRIA
Além de passagens, Stédile recebeu diárias para fazer um curso de extensão História dos Movimentos Sociais do Brasil e participar do Encontro com Movimentos Sociais no Rio de Janeiro, parte de um programa de educação e qualificação para a prática de Direitos Humanos. O custo foi patrocinado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Meses antes, em janeiro, o líder do MST também recebeu verba federal para viajar a Laranjeiras do Sul, no Paraná, para assistir à aula inaugural do curso interdisciplinar em Educação no Campo. A despesa foi bancada pela Universidade Federal da Fronteira do Sul (Unila).
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